Datafolha: Zema tem 47% e Kalil 23% das intenções de voto em Minas

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Datafolha: Zema tem 47% e Kalil 23% das intenções de voto em Minas

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Pelo levantamento, se a eleição fosse hoje, Zema se reelegeria no primeiro turno para o governo de Minas com 56,6% dos votos válidos

Levantamento do Datafolha, divulgado na noite desta quinta-feira, 18, mostra o atual governador de Minas, Romeu Zema (Novo), com 47% contra 23% de Alexandre Kalil (PSD), que aparece na segunda colocação da pesquisa de intenções de voto para o governo dr Minas.

Bem atrás dos dois primeiros colocados aparecem Carlos Viana (PL), com 5%, Vanessa Portugal (PSTU) e Renata Regina (PCB), ambas com 2%. Eles são seguidos de Marcus Pestana (PSDB), Cabo Paulo Tristão (PMDB), Lourdes Francisco (PCO) e Lorene Figueiredo (Psol), todos com 1%. Apenas Indira Xavier (UP) não pontuou na pesquisa.

Ainda segundo o levantamento, 9% das pessoas ouvidas se declararam indecisas, enquanto outra igual fatia de 9% afirmou que votará branco ou nulo.

Intenções de voto para o governo de Minas – 1° turno – pesquisa estimulada:

  • Romeu Zema (Novo): 47%
  • Alexandre Kalil (PSD): 23%
  • Carlos Viana (PL): 5%
  • Vanessa Portugal (PSTU): 2%
  • Renata Regina (PCB): 2%
  • Marcus Pestana (PSDB): 1%
  • Cabo Paulo Tristão (PMDB): 1%
  • Lourdes Francisco (PCO): 1%
  • Lorene Figueiredo (PSOL): 1%

A pesquisa Datafolha em Minas ouviu 1.216 eleitores entre os dias 16 e 18 de agosto, em 60 municípios do estado. Ela foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo e foi registrada no TSE sob o número 06603/2022.

Zema vence no primeiro turno

De acordo com o levantamento do Datafolha, se a eleição fosse hoje, Zema venceria a eleição no primeiro turno, já que ele soma 47% das intenções de voto contra 36% da soma de seus adversários. Em votos válidos, que é o cálculo feito pelo TSE para apurar a eleição, Zema chegaria a 56,6%, consumando sua reeleição.

Segundo turno

O Datafolha também fez uma simulação de segundo turno. No único cenário testado, Zema aparece com 56% contra 33% de Kalil. Brancos e nulos somam 7% e indeciso 3%.

Avaliação do governo

O levantamento também questionou os mineiros sobre a avaliação que eles fazem da gestão Zema. Para 47%, ela é ótima ou boa, 33% a consideram regular e 15% dizem que ela está entre ruim e péssima.


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Minas

Governo Zema faz cortes na PM e deve congelar cerca de R$ 1,1 bilhão em secretárias

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Imagem: Cristiano Machado/Agência Minas/ arquivo

Em meio à crise fiscal, o governo de Minas Gerais anunciou cortes de recursos na Polícia Militar e um contingenciamento de R$ 1,1 bilhão nas secretarias estaduais. A medida, justificada como necessária para evitar o colapso das contas públicas, suspende treinamentos policiais e pode impactar serviços essenciais.

PM tem treinamentos suspensos e verbas bloqueadas

Segundo comunicado interno da PMMG, o governo determinou a suspensão de todas as diligências istrativas e a devolução de créditos orçamentários já liberados. A Academia de Polícia Militar também interrompeu os treinamentos. O coronel José Maurício Oliveira, chefe do estado maior, formalizou a ordem em documento enviado ao comando da corporação.

O anúncio ocorre dias após o secretário da Fazenda, Luiz Cláudio Gomes, declarar na Assembleia Legislativa que não haverá reajuste para servidores devido à “situação de insolvência” do estado.

Corte de R$ 1,1 bi e justificativa do governo

Nesta quarta-feira (23), o governo detalhou o bloqueio de R$ 1,1 bilhão (0,8% do orçamento total), alegando que a medida evita uma “calamidade” nas finanças. Em nota, a istração estadual atribuiu a decisão a vetos do governo federal ao Programa de Recuperação Fiscal (Propag), que aumentaram as despesas em R$ 2 bilhões.

“O objetivo é impedir que as contas retornem ao estado crítico de 2019”, afirmou o governo. O vice-governador Mateus Simões (Novo) reforçou o argumento: “Teremos um desembolso quase R$ 2 bilhões maior por causa dos vetos de Lula”.

Oposição critica e governo rebate

O líder da oposição na ALMG, deputado Ulysses Gomes (PT), acusou o governo de incoerência: “Enquanto corta treinamento de policiais, Zema gasta com buffets de luxo, voos e aumentos salariais”.

A istração estadual, no entanto, nega que se trate de um “corte”, preferindo o termo “contingenciamento”. Segundo a nota oficial, a medida é temporária e não afeta contratos em andamento. “Em 2024, fizemos contingenciamento e depois liberamos os recursos”, destacou o texto.

Próximos os

As secretarias terão que apresentar propostas de ajuste à Secretaria de Planejamento nas próximas semanas. O governo garantiu que algumas prioridades, como o aumento do vale-alimentação para servidores da segurança, serão mantidas.

O orçamento aprovado em dezembro de 2024 já previa um déficit de R$ 8,6 bilhões. Agora, com os vetos federais, Minas Gerais tenta evitar um novo colapso fiscal.

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Economia

Taxa das blusinhas: Governo Zema eleva imposto para 20% a partir desta terça

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Foto: Cristiano Machado / Imprensa MG

Os consumidores mineiros que compram em sites internacionais como Aliexpress, Shopee e Amazon devem se preparar para preços mais altos. A partir desta terça-feira, 1º de abril, a alíquota do ICMS sobre essas compras subirá de 17% para 20%. Isso porque o governador Romeu Zema (Novo) optou por seguir uma determinação do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), tomada no final do ano ado.

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A nova tributação se aplica a remessas de até US$ 3.000, o equivalente a cerca de R$ 18,2 mil. O objetivo, segundo as secretarias estaduais de Fazenda, é criar um padrão nacional de cobrança para equilibrar a concorrência entre a indústria nacional e os produtos importados.

Segundo eles, “a crescente utilização de plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço (…) impõe a necessidade de ajustes periódicos que protejam a competitividade do comércio interno e da indústria nacional”. 

O aumento do imposto foi publicado no “Diário Oficial de Minas Gerais” em 28 de dezembro, menos de um mês após a decisão do Comsefaz. Em 7 de janeiro, o governador Romeu Zema (Novo) confirmou a elevação da alíquota, justificando a medida como parte do alinhamento com os demais estados.

Desde 1º de janeiro deste ano, a alíquota do ICMS sobre importados era de 17%, também seguindo uma decisão anterior do Comsefaz, tomada em maio de 2023. A uniformização da tributação estadual sobre produtos adquiridos de fora do país ocorre após o governo federal instituir, por meio do programa Remessa Conforme, uma taxa de 20% para compras de até US$ 50, o equivalente a R$ 303.

Com a mudança, consumidores precisarão avaliar melhor os custos antes de realizar compras internacionais. Especialistas alertam que o ree da tributação pode reduzir a atratividade de sites estrangeiros e impulsionar o mercado nacional.

Além de Minas, outros nove estados elevarão a taxa para 20%:

  • Acre
  • Alagoas
  • Bahia
  • Ceará
  • Minas Gerais
  • Paraíba
  • Piauí
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe

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Minas

Deputada Ana Paula: Zema faz “governo fanfarrão e zomba da nossa população”

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‘Fanfarrão’, foi como a deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede) classificou o governo de Romeu Zema (Novo). A declaração da política foi dada durante entrevista exclusiva ao R24 no final da última semana, quando ela fez uma visita a Pouso Alegre e região.

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Mulher negra ligada às lutas sociais progressistas, a deputada Ana Paula está em seu segundo mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e tem feito um trabalho de aproximação de Pouso Alegre e cidades da região nos últimos anos. Ela chega como voz dissonante em um território ocupado por deputados conservadores, acostumados a bajular ou se omitir quando o assunto é o governador Romeu Zema.

Na conversa de cerca de 30 minutos, a deputada falou de sua atuação na região e discutiu temas que têm preocupado a cabeça e o bolso dos moradores da região: a violência explosiva em locais socialmente vulneráveis, como é o caso do bairro São Geraldo, em Pouso Alegre, a falta de investimento do governo do estado em políticas públicas, os caríssimos pedágios inseridos nas rodovias do Sul de Minas sem retorno adequado para a população e a tentativa do governo Zema de privatizar empresas como a Copasa e a Cemig.

O resultado dessa conversa você confere no vídeo que abre esse texto.

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